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ÁGUAS DE KIANDA
Luz atravessando a água.
O dourado refletido na pele ainda úmida.
Do fundo calmo, algo desperta.
Uma presença que emerge das águas, trazendo consigo brilho, memória e movimento.
Pérolas, conchas, reflexos vivos — não como ornamentos, mas como extensão do corpo em estado de celebração.
É um banho de água doce que revela a deusa que habita dentro.
Sem nome, sem forma fixa. Apenas luz, dança e presença.
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